Brazilian airports crisis: new Defense minister and Congress get head of Civil Aviation Agency to resign
Denise Abreu, the strong young woman who was seen smoking cigars after the Air Bus explosion (photo) in Sao Paulo Congonhas Airport, Brazil.
Now the new Defense minister, Nelson Jobim, will appoint to Congress new names for the agency, one of the responsible for the disaster that killed 199 people recently.
Famosa nos últimos dias por opor resistência a todos e tudo na autônoma Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu finalmente pediu demissão.
Diretora com mandato aprovado pelo Congresso, Denise irritou parlamentares nas CPIs do Apagão Aéreo na Câmara e no Senado, pela arrogância que não foi desfeita por pedidos formais de desculpa.
Nomeado pelo presidente Lula para resolver a crise aérea brasileira, o maior problema deste segundo mandato, o novo ministro da Defesa, Nelson Jobim, perdeu a paciência ontem com a Anac e pediu de público que a diretoria toda renunciasse para facilitar a solução dos problemas.
No Congresso, ela tentou ao longo da semana enrolar senadores e deputados com a estória de um documento que foi parar na internet (sobre normas para não serem permitidas aterrisagens em Congonhas de Air Buses com reverso travado sob chuvas).
Nem o digitalizado e experiente deputado verde Fernando Gabeira (PV-RJ) conseguiu que Denise entregasse o jogo na CPI do Apagão Aéreo, pois ela dizia que o documento não era oficial, não sabia porque foi para a rede de computadores e, finalmente, de que não valeria de qualquer forma para aviões do tipo que explodiu em Congonhas (foto).
Para os deputados, Denise e a Anac devem ser co-indiciadas pelo acidente com 199 mortos com o Air Bus da TAM no aeroporto de Congonhas - pelo menos.
A ex-diretora é acusada também de ter feito gestões para beneficiar amigos empresários com a transferÊncia da área de cargas da capital paulista para aeroportos no interior do estado.
(detalhes nas agencias)